Em 1993, quando já estava casado, fui com meus 3 filhos visitar a Exposição de Animais de Recife, onde nos deparamos com alguns carneiros base da raça Santa Inês. Compramos um macho (Pelé), e duas fêmeas (Bianca e Madona). No ano seguinte, já com algumas fêmeas P.O., adquirimos o Grande Campeão da Exposição, que pesava cerca de 75kg.
Começamos os investimentos em pastagens, nutrição, genética, e também fortemente em tecnologia, com a implantação de inseminação artificial, transferência de embriões e congelamento de sêmen, todos realizados em laboratório próprio. Visitamos outras fazendas, viajamos até a África do Sul para pesquisar novos manejos e trazer embriões das raças Boer e Dorper. Ao longo de 5 anos, já tínhamos fêmeas e machos Grandes Campeões, estes já pesando cerca de 150kg.
A raça Santa Inês tomou conta do Brasil, e fazíamos leilões de grande expressividade em todas as regiões do país. Nosso rebanho era muito respeitado pela seriedade com que trabalhávamos e pela qualidade de nossos animais.